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terça-feira, 11 de março de 2008

Novo treinador do Benfica: Encarnados avançam com proposta a um experiente líder.

Na última parelha de dias, a imprensa tem lançado para a rua nomes de possíveis sucessores de Zé Tó Camacho para o cargo de treinador da equipa principal de futebol do Sport Lisboa e Benfica. O Requerimento, com contactos que mais ninguém tem, avança outro nome que nas últimas 24 horas foi contactado pela direcção do Benfica: Nosso Senhor Jesus Cristo. Cristo revela-nos em conversa:

“Fui eu que ensinei a Jorge Jesus (NDR: seu primo afastado) as artes da táctica, e não é por acaso que tem treinado o clube de Belém, que como todos sabem trata-se da freguesia onde nasci.”


Cristo está habituado a polémicas e a lidar com problemas bicudos. Por outro lado, o Benfica precisa de um milagre para recuperar uma forma “à Benfica”.

“É verdade que pegar numa equipa como o Sport Lisboa e Benfica é uma tarefa árdua. Não é nada que se assemelhe a uma simples multiplicação de peixes ou transformação de água em vinho. A massa de jogadores precisa de motivação, e a direcção do S.L.B. também vê nos meus dotes oratórios uma grande vantagem.”


O Requerimento também contactou Luís Filipe Vieira, que nos confessou ainda mais aspectos favoráveis no currículo de Jesus.

“Ora, Cristo, tem uma grande vantagem. Com Cristo no banco, o Sporlisboibenfica dar-se-ia ao luxo de abdicar de todo o departamento médico, porque as lesões e problemas de saúde dos atletas seriam tratados directamente com Jesus Cristo. O Mister aplicar-lhes-á um milagre sempre que necessário, o que proporcionará rápidas recuperações, inclusivamente a meio dos jogos. A FIFA não proíbe os milagres, por isso estamos tranquilos.”


Cristo responde a estas declarações:

“Já se sabe que, no caso de eu treinar o Benfica futuramente, estarei numa posição onde se exige muito, mas eu sou o filho de Deus, espera-se que cumpra o meu trabalho com dedicação e esforço.”

Junta-se assim Jesus Cristo à lista encabeçada por José Mourinho, Carlos Queiroz e Humberto Coelho. Ainda é uma incógnita a decisão de Jesus Cristo, mas espera-se que reúna o consenso entre os milhões de adeptos da águia, especialmente num país tão católico (ou talvez não) como Portugal.