Se calhar vou lançar-me no desafio! E acho que os meus restantes companheiros só teriam a ganhar em lançarem-se no desafio, porque é vital para o Requerimento estender as suas fronteiras por essa Europa e fomentar a idiotice comunitária. Com sorte, talvez me calhe uma estudanta da Rép. Checa ou da Hungria, ou com azar, um matarruano da Roménia.
Seja o que for, a luta contra os pombos, contra o Sócras, contra o Mário Lino, contra os 300m barreiras atrás dos docentes, os tiques do Marcelo, o Fausto de Quadros, o Menezes Cordeiro/Leitão/Vitelo/Carneiro/Bode dos caprideos e outros animais de quinta, contra os ecrãs LCD a servir de bibelot, contra os matraquilhos avariados, contra as maquinas desligadas por motivo de avaria, contra as coisas más e nefastas que corroem a sã vivência académica, toda a essa luta não acabará.
No fundo, o que falta transmitir, é um pequeno conselho, dado por uma personalidade de Coimbra (perdoem-me o desvio), a todos aqueles que se lançarem ao apadrinhamento de um estudante estrangeiro:
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quinta-feira, 7 de maio de 2009
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