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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Nostalgia Late 90's (Parte III)

Outro fantástico artefacto dos anos 90 que lamentavelmente tem caído no esquecimento é precisamente a FunStation, aquela que é possivelmente a melhor exportação de sempre do Paquistão (sim é superior aos fones da marca SONIA e aos quadros com luzinhas que piscam).
A consola, que era comercializada em lojas de referência como a Galinha Gorda ou em mercados tinha como principal característica...copiar todas as características da conhecida PlayStation...as que não servem para nada pelo menos.

Nota: Não há foto da minha funstation porque foi destruida por um tremendo e merecido pontapé.

Esta consola de aspecto exterior semelhante ao da PS era comercializada com dois comandos cujo cabo tinha 50 centímetros (o que obviamente prejudicava a esperança média de vida da consola), uma pistola (idem) e 100 jogos na memória (sendo que pelo menos 30 eram o original do Super Mário só que em níveis diferentes).

No entanto, apesar dos gráficos da treta, do equipamento da treta (para inserirmos os cartuchos tínhamos que carregar num botão que dizia "Open" que subia a tampa e pecava por ser temperamental) e da jogabilidade da treta (era frequente a consola bloquear. Talvez devido às quedas, não sei, não sou técnico) a Funstation também teve os seus momentos.

Quem é que se pode esquecer dos míticos cartuchos amarelos com grandes títulos como o Bomberman ou o DragonBall Z? Ou do primitivo World Cup 90? Isso sim eram jogos...


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Nostalgia Late 90's (Parte II)

Depois de ligeira menção em post anterior fica aqui um post mais completo dedicado a um dos melhores jogos de sempre, uma verdadeira pérola dos 8 bits, o Road Rash para a MasterSystem.
Em termos de história, o jogo era, há que dize-lo, uma treta. But who cares?

Basicamente nós assumiamos o papel da afamada personagem "Player A" (por motivos práticos o nome nunca era mudado) que percorria 5 cenários que eram sempre os mesmos ao longo dos vários niveis onde a única coisa que mudava era a mota (se juntássemos $ suficiente para comprar outra), os nomes dos restantes corredores e o policia, que estranhamente era indestrutivel.

Quem não se lembra do cenário da Sierra Nevada ou dos pequenos grandes pormenores como o estranho efeito sonoro que se ouvia quando a mota rodava sobre o óleo, a porrada que se dava e levava dos outros players do jogo nomeadamente do eterno segundo classificado, o Viper. Ficam também na memória as vacas que nem sequer pestanejavam após serem abalroadas por uma Yamaha e ainda os inglórios esforços de todos aqueles que ao perderem a mota eram atropelados e projectados uns metros para trás no preciso momento em que tentavam voltar à corrida.

Pois é meus amigos...isto sim era um jogo...ainda joguei a versão para a Nintendo 64 mas não gostei, apesar do maior realismo, muita da mistica perdeu-se. Bem como os policias invulneráveis.

Vejam o video, que para além de demonstrar uma pericia fora de série do (lá está) Player A, é um verdadeiro hino ao saudosismo.



domingo, 20 de janeiro de 2008

Nostalgia late 90's

Recentemente, por insistência de alguns amigos, estive a ver uns vídeos sobre a mais recente consola da Nintendo, a Nintendo Wii. E fiquei desolado.

Muitos factores contribuíram para isso:

1- Tem um nome ridículo. Wii? Mas que é isso? Uma boa consola deve chamar-se Mega ou Master, ou Hiper qualquer coisa. Ou então um outro nome qualquer, com muitas silabas e que dê um ar importante e inteligente a quem o pronuncie. Agora Wii? Isso chega sequer a ser uma palavra?

2- É cara. Dar 250 euros ou mais por uma coisa chamada Wii? Não faz sentido...

3- Retira toda a magia das consolas. No que toca a estes aparelhos sou fundamentalista. Para mim, jogar consola não envolve qualquer tipo de movimento a não ser naquelas alturas em que se está desesperado para movimentar a personagem do jogo mais para a esquerda ou para a direita e em função desse desespero movimentamos o comando na direcção pretendida apesar de tal não ter efeito nenhum no desenrolar do jogo. A Wii faz com que esse movimento tenha alguma utilidade? Faz, e ao fazê-lo retira-lhe toda a piada.

4- Outra coisa que me perturba, e que não é problema exclusivo da Wii é a falta de cabos a ligar os controladores à consola. Para mim tem que haver muitos cabos. Será que já alguém parou para pensar nas gargalhadas proporcionadas por alguém que num momento de entusiasmo puxa demasiado o comando e derruba a consola (alheia de preferência), que agora estão completamente perdidas?

Não... A Master System 3, essa sim era uma grande consola. Grandes tardes que passava com os amigos a esmifrar aqueles cartuchos de 8 bites que traziam o Sonic the Edgehog, o My Hero, o Jurassic Park ou um dos meus preferidos de todos os tempos, o Road Rash. Nunca me hei-de esquecer que um dos dias mais tristes da minha vida foi quando fui a Évora trocar um jogo que me deram para a Mega Drive (consola que eu não tinha) por um outro para Master System e foi-me dito pelo empregado da loja que isso era impossível, pois já não vendiam jogos para a Master System pois esta era "do tempo do D. Afonso Henriques".

Nota: Ignorem o pó

PS (not PlayStation) - Aquelas pessoas que com ar de filósofo de bolso nos dizem que nunca devemos voltar ao sitio onde fomos felizes têm razão. Há pouco tempo atrás tentei ligar outra vez a velhinha Master System e não consegui: a caixa de ligação RF está avariada. Vá lá pelo menos a minha primeira consola teve mais sorte que o meu primeiro computador, que explodiu da última vez que o tentei ligar.