



São parecidos, não são?
O espaço que junta o inútil ao desagradável.
Artigo 21.º
(Correcção e entrega das provas de frequência)
1. O juízo global sobre a prova de frequência, expresso na classificação numérica
atribuída, na escala de zero a 20 valores, corresponde ao somatório das cotações autonomamente
inscritas no fim de cada resposta, tendo presente o que consta dos tópicos de
correcção.
2. Sem prejuízo do prazo estabelecido no art. 23.º, as provas, devidamente corrigidas, são
entregues na Divisão Académica no prazo de 7 (sete) dias úteis.
3. Caso o prazo previsto no número anterior seja ultrapassado, a Divisão Académica
disso informa o Conselho Directivo.
4. A Divisão Académica entrega ao docente, no acto de depósito das provas de
frequência, o correspondente documento certificativo dessa entrega.
Se leu tão bem o Tratado de Lisboa e anda tão bem informado em relação a estes assuntos, deveria então também saber que quando o Tratado de Lisboa entrar em vigor, já não será o mesmo que foi aprovado em Lisboa. Para além das cláusulas de exclusão que passarão a existir em relação à Irlanda, que à custa deste Não, souberam muito bem renegociar e tirar proveito, como condição para o referendarem de novo, a Comissão Europeia irá poder manter um Comissário por cada Estado membro. Se leu o Tratado sabe, certamente que o Tratado de Lisboa aprovado privaria, à vez, um terço dos países membros, do seu Comissário. Esta alteração ficou a dever-se ao Não da Irlanda, votado pelos pelas senhoras e senhores das usinas que não leram o Tratado. Eu portuguesa e europeia, fico muito satisfeita por podermos manter o nosso Comissário.Antes de mais, agradeço profundamente pelo comentário. Segundo, se notou alguma agressividade ou violência no meu post, notou bem, até porque fiz de propósito (note-se, até disse palavrões!). Terceiro, o post tinha outros objectivos implícitos, mas já lá vamos.
Quem fala do Libertas desta forma, parece perceber pouco de política europeia. É que até à data o Libertas, representado em Portugal pelo MPT, fez pela Democracia europeia o que até hoje ninguém mais conseguiu fazer.
Parece que afinal de contas quem leu o Tratado foram mesmo as senhoras e senhores das usinas.
No seu lugar eu iria ler de novo, até porque já está diferente daquilo que leu. E se todos nós europeus, pudessemos ter escolhido, como manda a Democracia, não seriam meia dúzia de gatos pingados a mandar aquele trabalho pelo cano abaixo, mas sim várias dúzias de gatos pingados. Aquela meia dúzia de gatos pingados pelo menos pode escolher. E escolheu, ao que parece, muito bem.
Bem haja.
Recorde-se que a sede do BPP voltou a ser alvo de buscas esta sexta-feira, a par com o escritório de advogados PLMJ, que tem como sócio José Miguel Júdice, presidente da Assembleia-geral da Privado Holding, dona do BPP.
Um advogado da referida sociedade foi inclusivamente constituído arguido, segundo confirmaram fontes da PLMJ à Lusa.
Grupo I (17.5 valores)
Comente, fundamentadamente, a seguinte afirmação: « Isto da União Europeia é bué da fixe.»
Grupo II (0.5 valores)
Gervásio nasceu na Malásia, mas desde os 9 anos que vive no Equador. Um seu tetravô era português. Tem Gervásio cidadania europeia?
2 valores de ponderação global.
Já que o PS é o partido "da adesão à CEE, do Euro e do tratado de Lisboa, ámen", não seria demais dar um toque aos amigos do PES, para colocarem online uma tradução do seu manifesto em língua portuguesa?
http://elections2009.pes.org/en/your-manifesto/manifesto
Até sábado à noite, se não for pedir muito? Por acaso compreendo outras línguas, mas há quem não.
1 Europe is heading into an unprecedented recession.
We, the people, need to hold Brussels to account, now more than ever. It is unacceptable to be ruled by an unaccountable, over-paid elite that feathers their own nests at our expense. We need real value-for-money and real reform in the EU, and we need it NOW.
2 Voting for any national party alone is a wasted vote when change must come from across Europe.
There are over 190 of them in a bloated, fragmented European Parliament, trying to hold 27 unelected Commissioners to account. A vote for any of them is a vote to continue one big mess in Brussels. They cannot change a thing, no matter what they say. There is only one positive, pan-European people's movement, and that is Libertas.
3 It's NOT too late to stop the Lisbon Constitution.
But June’s election is our last chance. Only ONE party has the reach and the record to do the job: Libertas. The more of us that join together to speak with one voice, the clearer the signal to the Brussels bureaucrats that people totally reject this anti-democratic disaster.
A Libertas quer um Tratado forte: O Tratado de Lisboa garantiria que aqueles que governam a Europa seriam ainda menos responsáveis perante as pessoas do que o são agora. A Europa precisa de um Tratado forte. Um Tratado que seja claro para o povo Europeu e que seja apoiado nas urnas pelos Europeus. Um Tratado básico curto e legível, não com mais de 25 páginas. Um Tratado que motive as pessoas a lê-lo, a compreende-lo e a votar nele.Com essas características todas, só livros infantis. Considero a CRP relativamente simples e fácil de compreender, mas para o comum cidadão já é uma tarefa hercúlea. Uma constituição como a americana? Se estivéssemos nas mesmas condições dos americanos naquela altura, até podia ser, mas não estamos.
O Tratado de Lisboa é mau para o povo europeu
O Tratado de Lisboa – quer no seu conteúdo quer na maneira como os seus autores planearam aplicá-lo – não faria nada para trazer a União Europeia para mais perto do seu povo. Apesar das promessas de referendo anteriormente feitas por muitos líderes nacionais, a Irlanda foi o único Estado Membro que pediu aos seus cidadãos para rejeitar ou aceitar o Tratado. A Libertas liderou a campanha do “não” na Irlanda. Com uma afluência às urnas inesperadamente alta, o povo Irlandês rejeitou o Tratado de Lisboa. De acordo com as leis da União Europeia isto significa que o Tratado não entrará em vigor.
A UE não respeita a democracia
Numa tremenda rejeição da escolha democrática dos cidadãos, a UE recusou-se a aceitar que o Tratado de Lisboa está morto. Em vez disso, o governo irlandês, encorajado pelas elites de Bruxelas e das capitais Europeias quer pedir às pessoas que votem de novo. E desta vez, eles querem que as pessoas aceitem o que será mau para eles e mau para o futuro da União Europeia.
Atenção
É expressamente proibido mexer no mobiliário da biblioteca.
As relações entre o Gil Vicente e o Belenenses não são as melhores desde o célebre Caso Mateus. Quase 3 anos depois, o presidente dos gilistas voltou ontem ao ataque. "Tenho a certeza absoluta de que o Belenenses está a mexer os cordelinhos para meter o E. Amadora na 2.ª Divisão. Eu conheço aquela gente. Eles não olham a meios para atingir os fins", afirmou António Fiúza à entrada para a sede da Liga onde participou na AG.
O líder do clube de Barcelos, de 58 anos, foi bastante contundente nas críticas aos azuis do Restelo. "O que fizeram ao Gil Vicente foi uma grande injustiça, uma batota maior que a Torre dos Clérigos. E a justiça tem de ser feita. Houve uma grande batota, um compadrio, tudo e mais alguma coisa", afirmou António Fiúza, o qual mantém a esperança de que os tribunais civis deem razão aos gilistas.
"Penso que em agosto ou até em julho o tribunal deve ditar a decisão. Eu acredito piamente que o Gil Vicente tem toda a razão do mundo. Por isso, se o Estrela descer, devia subir o Gil Vicente", garantiu o presidente do emblema de Barcelos, para quem o penúltimo classificado da Liga não deveria ser repescado.
In Pasquim Desportivo que definitivamente não gosta do Quique
PS: A parte em bold é a piada do post. Mas o resto também vale a pena ler.


Este homem, Vital, é um ignorante, um incapaz! Já todos estamos perante esse facto que está exposto pela evidencia! Que nível de estudos ele tem? Os estudos primários? Os estudos secundários? De onde é que este homem surgiu? Já sabemos que ele provém do PCP onde foi militante durante muitos anos. Depois, deve ter descoberto - ou alguém o convenceu - de que seria melhor aderir ao PS pois teria melhores oportunidades de carreira. E agora lá está ele feito "estrela" na lista dos candidatos ao Parlamento Europeu pelo PS!
Vital Moreira volta a defender um imposto europeu sem aumento da carga fiscal para os cidadãos e recorda que esta possibilidade consta de um relatório do Parlamento Europeu aprovado em 2007 com os votos a favor dos eurodeputados do PD e do PS. “Eu não rasgo os meus compromissos”, afirmou o candidato socialista, exigindo que os outros partidos “digam exactamente o que é que propõem” nesta matéria.
Cerca de 48 horas depois de ter defendido um imposto europeu e ter motivado críticas duras das outras candidaturas, Vital Moreira sustenta agora sua posição no relatório LaMassoure sobre o futuro dos recursos próprios da EU.
Ali apresentam-se como “eventuais opções para o futuro” a possibilidade de criar um novo sistema de recursos baseado num imposto jácobrado nos Estados-membros “e portanto sem aumento da carga fical, que foi o que eu disse”, sublinhou, frisando que tal só deverá entrar em vigor no orçamento da União para o periodo 20214/2020..
“É essencial que os partidos tomem posição sobre o que vão fazer na principal decisão política que vão tomar na próxima legislatura”, defendeu. Pela sua parte, o modelo que prefere é a taxação de transacções financeiras, uma vez que isso beneficiaria Portugal. “Havendo mercados mais desenvolvidos que o nosso, Portugal conttribuiria menos e receberia mais”, explicou.
Provindo de vários quadrantes, tudo conflui na positivisticamente tipificadora redução do direito à lei: o que vinha do micro-universo antropológico coincidia com o que se recebia do macro-hemisfério cultural; o que este ultimo globalmente desvelava, harmonizava-se com o contributo do sub-sistema sócio-económico; as especificidades predicativas do horizonte politico-institucional, cumpriam-se em, em termos decalcados do politicamente condicionado "mundo do direito"; e a mundividência comunitariamente dominante logrou mesmo transformar este pensamento em realidade!
E daí a que respectiva validade não corresponda à justeza, mas apenas à consistência teorético- cognitivamente definível ou empírico-sociologicamente apurável com uma hipostasiadamente pressuposta norma de carácter ainda formal, quando aquela justeza não prescinde dos princípios normativos - nota este que para além de confirmar a radicação da lex no ius, no horizonte da open texture do sístema jurídico desvela a indesmentível (no Estado de direito dos nossos dias) função de normativamente constitutiva da metodonomologia.




Todos os projectos da oposição que, face ao actual momento de crise económica, visavam dar apoio financeiro aos estudantes do ensino superior foram rejeitados hoje pela maioria PS.
Os socialistas chumbaram um projecto de resolução do BE, que propunha um novo regulamento para atribuição de bolsas de estudo, e outro do PSD, que recomendava “medidas de excepção de apoio” aos estudantes com dificuldades.
No projecto de resolução do PSD, três deputadas do PS, Júlia Caré, Eugénia Alho e Teresa Portugal, apresentaram declarações de voto. Os dois deputados não inscritos, Luísa Mesquita e José Paulo Carvalho, votaram ao lado do PSD.
A maioria socialista rejeitou igualmente o projecto de lei do CDS-PP, que propunha isenção de propinas para os estudantes que se encontrem a receber o subsídio de desemprego. Esta proposta mereceu a abstenção do PSD e o voto favorável da esquerda parlamentar.
Já o projecto do PCP que criava um regime suplementar de apoio aos estudantes do superior foi rejeitado pelo PS e teve os votos favoráveis do BE, PEV, CDS-PP, da deputada Luísa Mesquita e a abstenção do PSD e do deputado José Paulo Carvalho.
No debate em plenário, o deputado socialista Manuel Mota já tinha criticado as propostas da oposição, garantindo que o Sistema de Acção Social Escolar que existe está preparado para dar as respostas necessárias.
O deputado negou que haja um número significativo de estudantes a abandonar o Ensino Superior devido a dificuldades económicas. E acusou os partidos da oposição de “demagogia”.
Os partidos da oposição confrontaram, por seu lado, a maioria socialista com a necessidade de medidas urgentes para impedir que “milhares de alunos” abandonem o ensino superior por “dificuldades económicas”.
O doutor Paulo Rangel ainda tem de comer muita papa 'Maizena' para chegar aos calcanhares do doutor Basílio Horta.