Iniciem-se as revoltas, os pasmos, os "como é possível" e as lamentações. Lamentem o estilo, o populismo, e a pouca dignidade que dá ter um sangue-de-lama com média de 11 como Bastonário.
E depois calem-se, respeitando a vontade democrática expressa nas urnas. Quando se cria um monstro em cativeiro, tem de se ter cuidado para ele não ficar com mais força do que nós. E não me estou a referir ao Marinho, mas a um monstro composto por 27 mil pessoas.
Onde está agora "o Bastonário por todos criticado", que "ninguém o queria", e que "tinha todos os advogados contra si"?
Que mania que algumas pessoas têm de falar como se a sua visão e opinião pessoal e do seu círculo de amigos fosse uma verdade universal e incontestável. Vamos ver qual o prazo de legitimidade que esta eleição dá a Marinho. Três anos não será de certeza. Daqui a 6 meses já estará com as armas de novo apontadas em sua direcção.
Que analogia interessante podia fazer, politicamente...
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sábado, 27 de novembro de 2010
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