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quinta-feira, 12 de junho de 2008

Queria dedicar...

esta musica a quem achou por bem não marcar a minha oral de Direito da Economia no 2º Turno (onde se deveria realizar, não fosse o Mapa de Orais ser na realidade uma inutilidade) e sim no 3º Turno, dando a oportunidade única de ter oral de Direito da Economia dia 16 e de Direito das Obrigações dia 18. Um grande bem haja!




Repórter Estrábico - Biltre

PS: O blog está parado devido à Época de Exames. Posso assegurar aos leitores que contrariamente ao que possam pensar, nenhum dos Requerentes tem neste momento um camionista gordo, de bigode, com o 3º ano de escolaridade, camisa aos quadrados e pedras na mão a bloquear-nos o acesso ao Blog.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Caso Prático de Teoria Geral do Direito Civil ou Mãos ao ar, isto é a FDL!

Resolva no máximo em 5 linhas e em 5 minutos, que nós temos mais que fazer, o seguinte caso prático, atendendo aos elementos aqui disponibilizados:



Elemento 1:


O preço habitual de 1 fotocópia na reprografia da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa é de 5 cêntimos.

Elemento 2:

Artigo 282º Código Civil


1- É anulável, por usura, o negócio júridico, quando alguém, explorando a situação de necessidade, inexperiência, ligeireza, dependência, estado mental ou fraquezea de carácter de outrem, obtiver deste, para si ou para terceiro, a promessa ou a concessão de beneficios excessivos ou injustificados.

Elemento 3:


O requerente Miguel Pereira queria a fotocópia de um exame onde ocupou 3 páginas. Teve que pagar dois euros (?!), qualquer coisa como 400 escudos, 400 mil réis ou até mesmo 317 iénes japoneses.


Elemento 4:



QUID JURIS?

Nota: Não esperem qualquer tipo de grelha de correcção.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Pode ser idiota da minha parte...

...mas esta é uma daquelas coisas que não gosto de ver quando abro a janela.




Para quem não perceba, esta carrinha anda a passear uma caixa de explosivos pela Avenida 5 de Outubro. Não seria boa ideia ter esta carga escondida? Até porque quem quisesse podia facilmente ter acesso a estes bens, porque não tinham qualquer tipo de vigilância. É claro que há sempre a hipótese de ser uma aldrabice do dono da carrinha para afastar algum agente da EMEL, que faz desta zona de Lisboa o seu habitat natural.

Nota: Apesar da imagem cortar, nós aqui não distorcemos matrículas. “Screw the innocent”.